terça-feira, 28 de outubro de 2008

segurando o fio de Dionísio

Arranca a orelha-Obá que ouvia Teseu.

Não pertence mais a Ariadne.

Quanto tempo pra entender?

Quanto tempo este fio rígido?

Dor destas costas de camelo.

Ouvirei o sim retornando no touro branco,

Me deixe nascer de tuas orelhas,

Cavaleiro-touro que ri e canta.

E isso é bom que não acaba!



Estou mais misturada.

Não sei mais o que devo levar quando visto a farda.

Me parece um grande disfarce.

Menos como os de quem vai para a guerra,

e mais como os de quem dança na arena do circo.



Como Dionísio precisa de Ariadne?

Aguardo atentamente os sins que vem deste labirinto orelha.

Estou aqui segurando o fio de Dionísio: - em celebração!

lesmari

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