domingo, 17 de abril de 2011

passagem

Agora sem essência ninguem corre dentro de mim. uma corrida infinita. aprendizagem que tive que sofrer na carne. dor que espremi pensando: sente! sente! sente!... até subir um calor,uma febre negra e intôxicada.
Estou mais forte sem dúvida. Agora tenho mais agora. Todo dia um pouco mais agora. Enxergo os clichês! E sinto/penso chega de vida a mesma. A vida não! UMA vida sim!. Essa de agora. Onde cravo meus dentes.

A culpa vem de mim ou da cruz?